Como ficará a fiscalização na Amazônia?

Semana passada, o governo anunciou que os militares não estarão mais em ativa no combate ao desmatamento na Amazônia a partir de maio deste ano. Essa decisão pode ter impactos negativos no combate ao desmatamento na Amazônia que vem sendo feito e, consequentemente, pode aumentar os índices de desflorestamento, os quais já são alarmantes.


Atuação das forças armadas em combate ao desmatamento na Amazônia.

Segundo o governo, caberá então somente ao Ibama e ao Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) a fiscalização e a proteção da Amazônia. Mas qual é o grande problema nisso? O problema é que esses dois órgãos estão sofrendo com a redução de seus orçamentos, o que pode inviabilizar o cumprimento de tais importantes tarefas.

De acordo com o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), os orçamentos destinados ao Ibama e ao ICMBio tiveram uma queda de R$49 milhões e R$84,3 milhões, respectivamente, em dois anos somente.

Tudo isso mostra uma falta séria de responsabilidade com a fauna e flora da Amazônia, uma floresta de extrema importância para nós e que deveria ser tratada com muita mais responsabilidade.

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